GEARS OF WAR 5 – A continuação da saga

Se você, como eu, é um grande fã da franquia sabe que no dia 10 de setembro sairá o novo game que promete ser bem melhor que o antecessor (o que convenhamos não é tarefa difícil), Gears 5 traz novo modo, novos personagens, nova história e novo foco em personagem.

O novo game deu um tiro certo focando na Kait Diaz na minha opinião, já que muitos fãs reclamaram do personagem insosso que foi JD, filho da lenda Marcus Fenix, que continua na série, mas não mais como o foco principal, o que pode ser bom pra ele, já gostei muito de como ele ficou no trailer lançado na E3 de 2018, que você pode assistir aqui embaixo.

Como podemos perceber a Kait descobre que é neta da rainha Myrrah e pede ajuda pra entender o que está acontecendo, e pelo que parece a jornada vai ser para ela encontrar seu objetivo e entender como agir para impedir que uma nova ameaça apareça. Muitos andam dizendo que ela vai ser tornar a nova rainha Myrrah e o estúdio, com esse Gears 5, estaria preparando para ser a grande vilão do Gears 6, eu acho que até faz sentido, mas torço para que não seja isso, prefiro que a planejem como a grande heroína que entendeu que seu destino era o de ser vilã, mas conseguiu mudá-lo e reescrevê-lo. Seria até mais válido para o atual momento que estamos vivendo com mulheres ganhando mais voz a cada dia que passa.

Não sabemos muito da história, mas rumores contam que o mundo ficou muito dependente da tecnologia apresentada no Gears e isso acabou levando a grande derrocada, com os inimigos se reunindo para acabar com a humanidade. Eu já fico preocupado com esse enredo, na minha opinião a parte que mais descaracterizou Gears 4 da saga foram a entrada da tecnologia, dos robôs e de toda cor que veio com eles, gears sempre, para mim e os fãs, foi na essência um jogo mais dark, mais pesado e não vemos muito isso no quarto.

Nem parece Gears, mas é o quarto game da saga. Muita cor e robôs

 E além disso, a história está te lembrando outra? Muito Exterminador do futuro, fala aí. E sim, teremos skins da Sarah Connor e o robô terminator disponível para jogar no multiplayer. Veja o vídeo da E3 desse ano que anunciou.

E algo me diz, e não é informação, apenas uma sensação que esse será o último jogo do Marcus Fenix, sinto que vão encerrar com a história dele e espero que de uma forma bonita assim como Dom fez. Afinal, ele merece.

Homão da porra hahaha

Novo Modo cooperativo

Foi anunciado também um novo modo cooperativo chamado Escape que tem leve semelhança com a horda, mas o novo modo consiste na infiltração de três jogadores em um ninho da Hive para destruí-lo por dentro com uma arma química. Para entrar despercebidos nesse ninho, os personagens são engolidos por um monstro, o que não deve ser uma experiência tão legal né. Uma vez lá dentro, o trio precisa escapar de uma toxina letal, que toma conta do cenário, passando por arenas lotadas de inimigos.

Muitos que jogaram a demo da E3 e gostaram da mecânica do novo modo, mas não se impressionaram com os gráficos, salas parecidas uma com a outra, sem cor e vida e nem os cenários nada inspirados, assim como Gears 4 na minha opinião. Assista o gameplay do novo modo.

E aí, o que esperam do novo gears? Como diria o outro: “apetitaram?”

O sucesso da série Friends ainda continua

Identificação e enredo leve e atual acaba transformando friends em uma série ainda tão procurada por fãs

Uma   sitcom   que   conquistou   fãs   em  todo  o  mundo  e  que  ainda  hoje,  continua  com  boa  audiência  em  reprises e uma das séries mais vistas e revistas na netflix  e  é  considerada  por  muitos,  a  melhor  série  de  comédia  de  todos  os  tempos.  Foi  para  o  ar  em  setembro  de  1994,  até  completar  10  temporadas  em  maio  de  2004,  com  236  episódios e muitos fãs ainda esperam uma reunião entre os 6 protagonistas.

Friends, série muito bem escrita e criada por David Crane e Marta Kauffman, conta com um  ótimo  enredo,  o show  narra  o  cotidiano  de  6  amigos,  que  passam por situações engraçadas e muitas vezes reais, mostrando como cada um deles reagiam a cada evento.

David Crane e Marta Kauffman

E não é apenas os momentos cômicos que eternizam a série, mas alguns momentos dramáticos e de superação de problemas, como na vez que o Chandler foi pedir Mônica em casamento, ou quando Joey se apaixonou por Rachel e não sabia o que fazer, pelo passado dela com Ross, ou quando a Phoebe deu luz aos filhos do irmão e teve que se despedir dos “filhos” ou na despedida de quando Rachel estava indo trabalhar em Paris e não conseguiu se despedir de Ross porque era muito difícil para ela. Momentos esses que sempre ficarão nas lembranças e no coração de todos nós fãs dessa série maravilhosa.

 A série Friends na verdade, está longe de finalizar, e cada episódio que  reprisa  na  tv,  traz  toda  a  emoção  de volta, pelo menos para a grande audiência e fãs de carteirinha.

De certa forma,  friends  interage  com  essas  estruturas  características  a  qualquer  um.  Temos  a  patricinha  em  evolução,  o  nerd/geek,  a  controladora,  o  galanteador, a louquinha do grupo e o cara engraçado.  O  público  acaba  por se identificar com essas características, ou conhecem pessoas que apresentam tais características.

Além dos personagens fixos também não podemos deixar de falar daqueles que em todas as temporadas apareciam e também nos faziam rir bastante. Alguns deles ficaram marcados também por algumas frases como Janice com seu “Oh my god”, ou o Mike que acaba casando com a Phoebe, o Gunther dono do Central Perk, que sempre nutriu um amor platônico pela Rachel, ou a Estelle, a gente de Joey que sempre trouxe papéis não tão bons ao nosso querido ator.

Janice e seu OH MY GOD traumatizaram muitos

Fato é que quem assistiu a série criou laços que sempre vão existir. Afinal, quem nunca riu das piadas sagazes em momentos  inapropriados,  do  sarcástico  e  querido Chandler Bing? Ou das coisas surreais que sempre  aconteciam  com  o  Ross?  E  do  jeito  “hippie  de  ser”,  totalmente  esquisito  e  imprevisível  de  Phoebe  Buffay?  Quem  não  se  lembra  de  Joey  Tribbiani,  com  seu  jeito  galanteador  e  ao  mesmo  tempo  inocente?  E  da  forte  amizade  entre a “patricinha” Rachel e a durona e maníaca por limpeza  Monica  Geller?

  As  falas  de  efeito  que  trazem  um  sorriso,  ao  recordar  alguma  cena engraçada   ou   constrangedora   estarão   para   sempre na memória de todos os fãs.

Momentos preferidos

Joey
Quando Rachel disse que estava grávida dele
Phoebe sendo Phoebe
Monica sabe tudo haha
Chandler sarcástico

Fascínio pelos vilões

Heróis não falham, voam, são bons o tempo todo e sempre  salvam  a  humanidade.  Você  conhece  alguém  assim? Mas se até as animações do cinema têm “malvados  favoritos”,  é  porque  alguma  admiração  nós temos pelos vilões das histórias. Bem humorados, charmosos e inteligentes, nós somos fascinados por “bons” vilões, se é que isso seja possível.

Sabemos  que  todos  eles  fazem  o  que  querem  sem  se preocupar com as consequências ou se isso prejudicará  outras  pessoas.  Eles  não  ligam  para  regras,  nem  sentem remorso pelo o que fazem, não se preocupam com  convenções  sociais  e  muito  menos  com  a  moralidade. Segundo o psicólogo organizacional e também nerd nas  horas  vagas,  Fellipe  Branco,  acredita  que  o  intelecto e a forma que agem são os fatores que explicam melhor esse fascínio. “Os  vilões  seduzem  pela  sua  inteligência  e  a  forma  que exercem suas transgressões alimentam um desejo que algumas pessoas possuem”, explica o formado Fellipe Branco.

E talvez seja por esse motivo que eles atraiam tanto carinho do público, exatamente por possuírem essa sagacidade  e  não  serem  perfeitos.  Os  heróis  acabam  sendo  santificados  demais,  postos  em  um  pedestal  e  por  muitas  vezes  cria-se  uma  distância  entre  eles  e  o  público e a audiência encontra no vilão algo mais próximo da realidade.

O  fascínio  que  os  vilões  exercem  tem  como  ponto  central  a  questão  de  identificação.  Os  vilões  atualmente se apresentam mais humanos, com problemas e  passados  difíceis,  que  tanto  explicam  o  nascimento  do mal como também aproxima aquelas pessoas que já passaram por situações traumáticas parecidas”, explica o psicólogo Fellipe Branco.

E temos Loki, vilão do primeiro filme dos Vingadores e outros da Marvel, como um exemplo de identificação com essas situações, ele sempre teve dentro um duelo emocional dele com o meio irmão Thor, sempre quis receber o mesmo tipo de carinho e atenção de que seu pai Odin dava ao seu irmão, além da descoberta de não ser filho de sangue de Odin, esse nível de apresentação de personagem acaba por nos ligar a situações que acontecem em nosso dia a dia, quem nunca pensou quando era menor que seus pais davam mais atenção a um irmão ou até outra pessoa do que a você?

Loki sendo Loki

A construção de alguns vilões com ideais totalmente plausíveis como evitar o esgotamento dos materiais e recursos do planeta ou até mesmo o universo é um fator que leva os fãs a entender e reconhecer o plano do antagonista com um mínimo de aceitação, e mais uma vez citando a Marvel estúdio que surpreende com os últimos filmes lançados, trouxe talvez um dos maiores vilões que vimos no universo cinematográfico, o titã Thanos que destruiu e ainda hoje destrói o psicológico de muitos fãs com as mortes causadas, mas que queria o equilíbrio do universo e um pensamento distorcido do que era o certo a se fazer.

Thanos acreditava que acabar com metade dos seres do universo para alcançar esse objetivo resultaria no equilíbrio que almejava, matando até Gamora, filha de criação, para conseguir sucesso e ainda dizendo “As escolhas mais difíceis requerem as vontades mais fortes”. O titão claramente acreditava que os fins justificavam os meios, e isso acabou por torná-lo o maior vilão do universo cinematográfico até o momento.

 Nossos vilões preferidos sempre tiveram seus objetivos bem estabelecidos, mesmo se tal fosse não ter objetivo, e para alcança-los não mediam esforços e como vimos aqui, por serem tão humanos em suas falhas e acertos, criamos laços com eles mesmo sem saber.

Então,  quando  alguém  te  julgar  “o  estranho”  por  torcer pelos vilões, cite Freud e como ele explica o fascínio que eles exercem em nós, e calma, não precisa se preocupar por ter alguns vilões como favoritos. Afinal, você não está sozinho.

Alguns dos meus vilões preferidos

“Sinta medo, fuja, o destino chega de qualquer das formas. E agora, ele chegou. Ou devo dizer, eu cheguei.” 
Não existe bem nem mal, só existe o poder, e aqueles que são muito fracos para o desejarem.
Os seres humanos são uma doença. Um câncer neste planeta. Vocês são uma praga. E nós somos a cura
Alguma vez eu já te disse que a definição de insanidade é… a insanidade é… fazer exatamente as mesmas coisas várias e várias vezes, esperando que isso mude. Isso é loucura. Mas a primeira vez que alguém me disse isso, não sei, pensei que era sacanagem e então eu “boom” atirei nele. Mas a questão é que… ele estava certo!
“Basta um dia ruim,
para tornar o mais são dos homens,
em um lunático” Coringa

Vamos falar sobre animê…? Tokyo Ghoul


O primeiro animê que vou comentar no blog é um não tão novo, mas um que particularmente gostei muito, por conta da violência e do formato de terror e suspense chamado Tokyo ghoul, passado em mundo em que existem ghouls (criaturas que se alimentam de humanos, como se fossem vampiros, não do tipo crepúsculo, mas vampiros como Drácula e outros).

Kaneki como ghoul e ele humano

 A história gira em torno do querido universitário chamado Kaneki Ken, um rapaz com uma vida normal que ao conhecer Rize, um ghoul, tem seu mundo abalado. Para evitar maiores spoilers, vamos apenas dizer que desse encontro, não muito agradável, nosso protagonista acaba se tornando um mestiço (metade ghoul e metade humano) e é interessante como o Kaneki acaba tendo que se adaptar ao novo tipo de vida.

Quando Kaneki descobre que é um ghoul

E ele acaba encontrando uma cafeteria chamada Anteiku, que é administrada por um grupo de ghouls como fachada, entre eles o Yoshimura, dono e gerente do lugar e Touka, garçonete que meio que acaba tendo sentimentos pelo Kaneki ao decorrer do animê, mas relaxa que não é apenas uma história de amor não, foca na vida normal de adolescentes que por acaso são ghouls também.

Famosa cafeteria Anteiku

 Vale observar que a maioria dos ghouls caçam humanos, muito deles tem até essa caça como esporte (estudam as vítimas e se infiltram como se fossem amigos) tudo isso para tornar sua forma de se alimentar mais divertida em suas mentes insanas.

E o grupo da Anteiku tenta buscar por outros meios, nada convencionais, formas de se alimentarem. Tudo porque não querem ser considerados monstros e também pelo desejo de possuírem uma vida normal lado a lado com os humanos. Eles se alimentam do sangue de quem acabou de cometer suicídio. (Sim, pesadão) =O

Já perceberam a linha que o animê segue né, bem dark para os padrões atuais, mas com uma história bem maneira e com personagens com suas características e dramas pessoais bem trabalhados. Mas também não é só isso que o animê quer passar, também fica nítido a mensagem de importância da amizade e lealdade presente entre o Kaneki e os que convive com ele na cafeteria e até do nosso protagonista com seu melhor amigo Hide (humano), que descobre por ser muito inteligente e ter uma intuição afiada, que Kaneki ken é um mestiço, mas que mesmo assim continua tão fiel a ele quanto antes.

Hide, melhor amigo de Kaneki

E algo bem legal de se notar ao decorrer do animê é o crescimento e fortalecimento de cada personagem, principalmente de Kaneki. Tanto é que Touka não morria de amores por ele não, logo no começo da jornada do protagonista na cafeteria, justamente por ele ser fraco e considerado um inútil pela mesma, mas acaba percebendo a evolução de Ken e acaba o aceitando e se apaixonando por ele, me surpreendeu muito como fizeram isso, e de certa forma foi um alivio para tanta violência e sangue que o animê traz.

Relacionamento que a gente shippou

Uma parte bem importante também para o desenrolar do enredo é o centro de controle ghoul (CCG) criado pelos humanos para combater os ghouls, é como se fosse um FBI dos ghouls. E o animê sabe tratar muito bem o embate entre os integrantes do CCG e ghouls, lutas e diálogos sensacionais.

Uma agente usando sua arma feita de ghouls mortos

Tokyo ghoul é um animê que mostra os dois lados da luta, no anime não mostra quem é o vilão e o bonzinho. Eles apresentam os personagens e deixa para você decidir. Vale a pena conferir.E aí, Vamos falar mais de Tokyo ghoul?

*Curiosidade: pra quem gostou do animê saiu live action em 2017 e já tem na netflix pra assistir… spoiler: o animê é muito melhor. hahah

Um pouco sobre mim e o blog

Olá, my friends. Primeiro texto de uma nova fase, sou formado em jornais e eu meio que tinha desistido de fazer o que gostava (que é escrever sobre coisas que gosto), a verdade que me frustrei com muitas coisas que estavam rolando e acabei deixando de lado, mas depois de algumas terapias e longas conversas, resolvi voltar a escrever e como isso tem me feito bem, serve também de um certo ponto como terapia, inclusive agradeço desde já minha psicóloga que está tentando me ajudar a me tornar uma pessoa melhor.

Dito tudo isso, vamos falar do que vai aparecer por aqui, muitas resenhas e críticas das séries, animês, games, filmes e afins que eu curto. Já peço que entendam quando eu criticar algo, por exemplo como o fim merda de game of thrones que deixou pra sempre um buraco no meu coração, não podiam fazer isso com a gente fala aí.

Decepçaõ grande com GOT

Mas não só de críticas se faz um blog, também darei as impressões da melhor minissérie que vi nesse ano que foi a Chernobyl da própria HBO que cagou em GOT, mas meio que quase perdoo por essa série meio documental e com atuações dramáticas de tirar o chapéu. Enfim, falarei mais sobre ela no blog e de outras coisas mais também.

CHERNOBYL, melhor série do ano

Muito do que acontece em Shingheki e em outros animês terá presença decorrente por aqui, já falo que gosto de muita coisa do que fazem lá do outro lado do mundo, inclusive filmes e doramas. Não se surpreendam se aparecer resenha marota de alguma produção coreana ou japonesa, já vou avisando hahaha

E acho que é isso que tenho a dizer sobre o blog. Enfim, sejam bem-vindos ao meu complicado e diferente mundo de Gusta e tragas as pipocas que teremos muito pela frente. (assim espero)